Desculpe, queridos protótipos existenciais humanos subjetivos parciais, mas eu não me encaixo em nenhum estereótipo nos quais os pequenos indivíduos (que vista a carapuça, quem quiser!) tentam me enquadrar dia e noite.
Sinto decepcioná-los, mas nada do que falam me satisfaz, porque não sou nem metade, nem todo, nem tudo, nem nada, nem esquerda, nem direita, nem qualidade, nem quantidade, nem 8 ou 80. Não vivo a 100 km/h nem a 10...
E depois de gritar isso, ainda tem alguns que dizem: "Melhor viver no limite do que em cima do muro" ou algo neste sentido, seja como for, o conteúdo, nem a forma deste texto me interessam. Interessa-me apenas viver e não definir.
Sinto sede de sentir. A falta, portanto, já me faz existir. Mas que porra é essa?
Não preciso saber. Queria, apenas, não ser reduzida a frases, interpretações, leituras diversas ou percepções que brotam da superficialidade, da pequenez da experiência de uma vida de 20, 30, 40...90 anos!
Céus, salve a humanidade!
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